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BLOG DE ENTRETENIMENTO, FICÇÃO, REFLEXÃO E O QUE MAIS ADIANTE PODERÁ SER VISTO E LIDO (QUEM TIVER PACIÊNCIA...)

Sábado, 28 de Março de 2009
Alguma vantagem haveriam de ter…

 

 

Ter cornos, alguma coisa havia de ter de positivo. Como se pode ver pela foto, até permitem que os seus detentores possam coçar os tomates com os ditos cujos. O que já não é pouco…

A verdade é que consta que a encornamentação tem outros, e largos, benefícios…

Dizem que as esposas encorneadoras são mais dóceis, no aconchego do lar, do que as outras, as fieis cumpridoras dos compromissos assumidos no altar, ou na conservatória… Talvez seja uma forma de compensação ao marido encorneado pelas “maldades” feitas à hora do almoço ou a meio da tarde (algumas é de manhã…) nos motéis ou apartamentos esconsos onde elas dão o que deveria ser exclusivo do chifrudo maridinho.

Consta também que, nalguns casos e principalmente quando elas são muito boas, também não chateiam muito, a pedir dinheiro ao cabrãozão do cônjuge, porque o “outro” ou os “outros” acabam por se transformar em contribuintes “líquidos” (em rigor, em rigor… de duas maneiras…) para o bem estar do feliz casalinho o que, como se infere, reverte (mais uma vez) em claro benefício da harmonia conjugal -- melhoria da dieta alimentar e maior possibilidade de vestir roupas de marca, de muito corno manso por esse país fora.

Afinal e como se pode ver, os cornos podem servir para muita coisa…

Há até quem tenha tanta vaidade neles que, se pudesse, mandava-lhes cromar as pontas para ficarem mais vistosos. 



publicado por Rui Jam às 19:09
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
Uma mulher obediente e cumpridora. Ou, uma mulher como deve ser!...

  Um homem passou toda a sua vida a juntar todo o dinheiro que ganhava.
 Avarento e poupado juntou uma fortuna. Antes de morrer, disse à mulher:
 - Ouve-me bem! Quando eu morrer, quero que pegues em todo o meu dinheiro e o coloques no meu caixão junto comigo. Quero levar  todo o meu dinheiro para a  minha próxima  encarnação.
Dito isto, obrigou a mulher a jurar que, quando ele morresse,  cumpriria a sua vontade...

Um dia o homem morreu.
Foi colocado no caixão, enquanto a  mulher se mantinha  sentada a seu  lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados. Quando terminaram a cerimónias e antes de o padre fechar o caixão, a mulher disse:
- Só um minuto!
Tinha uma caixa de sapatos com ela. Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo.  Um amigo disse-lhe:
- Espero que não tenhas sido doida o suficiente para meteres todo aquele dinheiro dentro do caixão!
Ela respondeu:
- Claro que sim. Prometi-lhe que o colocaria junto dele e cumpri. Foi exactamente o que fiz.  Juntei todo o seu dinheiro, depositei-o na minha conta e passei-lhe um cheque (endossado nominalmente e cruzado)...



publicado por Rui Jam às 20:48
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
Um homem percebe se a mulher está a fingir o orgasmo?

O Expresso on line de hoje coloca esta questão aos seus leitores (e leitoras...).

E no entanto a resposta é fácil. É só pôr-lhes um busca-pólos com a ponta encostada ao cerebelo...
Quando elas começam a gemer mais alto,  vamos conferir... Se a resistência acender, temos orgasmo. Se não acender temos encenação.
Quem ensinou isto ao pessoal lá da minha rua foi uma engenheira electrotécnica que "gastava" (fundia-os) nove ou dez busca-pólos por semana!...

Uma vez, por brincadeira e sem ela saber, "ligaram-lhe" uma árvore de natal, daquelas que além das luzinhas também toca o jingle bells.  Bom, a árvore antes de começar a deitar fumo e arder começou a emitir o que parecia ser a resultante de uma mistura dos sons de uma sirene de um carro de bombeiros com um trombone de varas e um solo de bateria do Gene Kruppa.


 



publicado por Rui Jam às 21:26
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009
Cuidado com os advogados...

Para os que precisam de advogados, aqui vai um bom conselho.

 

Al Meihda era um alto funcionário da corte do Rei Faiçal.
Desde há muito tempo
que nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar.


Um dia, ele revelou o seu desejo a Caio, principal advogado da região e pediu-lhe que fizesse algo para ajudá-lo. Caio, depois de muito pensar e estudar o assunto, concordou, sob a condição de
que Al Meihda lhe pagasse mil moedas (dinares) de ouro. Al Meihda aceitou o acordo que todavia, não foi formalizado por escrito.
No dia seguinte, Caio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho.
A comichão começou e logo aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.


A corte fazia consultas a médicos, quando Caio apareceu e disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. Caio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de
Al Meihda.


O Rei Faiçal ficou muito feliz e chamou
Al Meihda que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, chupando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha.
Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.

Satisfeito,
Al Meihda encontrou-se no dia seguinte com o advogado Caio. Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Al Meihda recusou-se a pagar ao advogado (Al Meihda sabia que Caio nunca poderia contar a verdade ao Rei...)
Mas
Al Meihda subestimou o advogado...(e aí é que morava o perigo!...)
 
No dia seguinte, Caio colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei e ....
..... O Rei mandou chamar (de urgência) o
Al Meihda....



publicado por Rui Jam às 21:45
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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
As Gajas Boas, a Crise e a “Regra Básica”…

 

 

 

É sabido que para uma gaja boa não há crises…

Já todos vimos em filmes ou lemos em romances estórias de gajas boas em períodos de grandes crises, guerras, invasões, etc.. e elas, se cumprirem a regra básica (já vamos ver qual é), safam-se sempre.

O namorado vai para longe, para a guerra, e a gaja boa começa a circular entre as nossas tropas e os aliados, não lhe faltando nada. Mesmo em tempos de falta generalizada de tudo e mais alguma coisa a gaja não passa nenhuma necessidade e dorme sempre no quentinho…

Se a guerra ou revolução ou invasão ou lá o que for, der para o torto e o inimigo ocupar os terrenos onde a gaja circula, lá a teremos a confraternizar com os militares inimigos, comendo do bom e do melhor, bebendo champanhe, fumando tabaco estrangeiro e usando meias de seda.

Quando, eventualmente, a coisa volta ao princípio e o inimigo acaba por ser escorraçado, lá temos de novo a gaja boa a festejar a “libertação” com as nossas patrióticas tropas e, mais uma vez, a comer do melhor e a beber de colheitas religiosamente  escondidas e guardadas para serem bebidas nestas ocasiões tão importantes.

Mais tarde chega o “noivo”, prisioneiro de guerra finalmente devolvido à liberdade, escanzelado e doente, que fica assarapantado ao vê-la assim tão saudável, tão boa e tão luzidia… Fica logo desconfiado, o nosso regressado herói… E ainda nem teve oportunidade de verificar como ela está “lanceirinha”, como aquele motor de arranque se encontra bem lubrificado e a trabalhar certinho como um motor Rabor (como se dizia antigamente…).

É aqui que entra a tal Regra Básica. Que é só uma e tem de ser impreterivelmente cumprida. E de que é que consta?

É simples: logo que começa a confusão e logo que o “noivo” (ou correlativo) é mobilizado, a gaja boa tem de se pirar de imediato da terrinha onde vive e não pode lá voltar até ao final das hostilidades (nem no Natal!...).

Vai viver  ( e vai viver bem…) para, pelo menos a 200 Km de distância da terrinha (para não correr riscos…)

O cumprimento desta regra impede, por exemplo, que seja vista a confraternizar com a soldadesca aliada ou inimiga, consoante os “timings”, o que lhe poderia render uma carecada, alcatrão na mona e cobertura de penas, no mínimo.

Passemos agora à parte final ( e mais difícil): como explicar ao desconfiado mânfio o bom aspecto, a perfeita rodagem, a cuidada pele e as macias mãozinhas, no meio de tanta desgraça, tanta fome, tantas mãos calejadas, tanta magreza?  

É altura de apelar ao “filme” do convento. A gaja tem então de contar que se refugiou num convento e por lá se encontrava quando o inimigo o invadiu e ela foi sequestrada e posta ao serviço (todo…) do horrível comandante. A gaja deve ser capaz de chorar nesta altura… Então, mesmo não lhe faltando nada, só descansa quando envenena o galfarro e logo a seguir tem de fugir. Por sorte, nesta altura, os inimigos são postos em debandada e ela regressou à terrinha.

Só pode “contar” isto (é a Regra Básica…). Deve demonstrar muito medo que se saiba onde era o convento (pudera!...) mas dirá sempre que é por causa de temer represálias ou até de ter de ir a tribunal por causa do homicídio. Se se esgotarem os argumentos dirá então que com a madre superiora agonizante no seu colo, lhe fez um juramento de guardar silêncio sobre tudo o que diga respeito ao convento, ao que lá se passou e ao veneno utilizado.

Se conseguir manter este “segredo” está safa a gaja boa… E acaba por sair a sorte grande ao desgraçado do enfezado noivo (vendo bem até que merecida…):

no meio da desgraça geral, fica com a gaja boa, ainda por cima bem rodada e a funcionar em beleza, acaba por beneficiar dos bens materiais que a gaja boa acumulou e ninguém lhe vai apontar um dedo, porque ninguém sabe da missa a metade (perdão a centésima parte…).

E aí temos como uma gaja boa passa por uma crise sem “entrar em crise”…

 

 

 

 



publicado por Rui Jam às 00:30
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Terça-feira, 28 de Março de 2006
A Frase romântica do ano!...

prime_splash_r2c1.jpg

 

No filme "Prime" ( A Terapia do amor), a Uma Thurman é namorada do filho da Meryl Streep, quinze anos mais novo.

A mãe do cachopo é psicoterapeuta da outra... e já sabe da coisa e não gosta.

A Uma, apaixonadíssima e com a vida sexual ao rubro e sem saber ainda que a Meryl é mãe do galfarro, diz para a outra em plena consulta:

- Gosto tanto do pénis dele que, às vezes, apetece-me tricotar-lhe um chapéuzinho...


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publicado por Rui Jam às 22:03
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