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BLOG DE ENTRETENIMENTO, FICÇÃO, REFLEXÃO E O QUE MAIS ADIANTE PODERÁ SER VISTO E LIDO (QUEM TIVER PACIÊNCIA...)
Domingo, 10 de Fevereiro de 2008
O Moita Flores não pede desculpa?

MoitaFlores.jpg Este cromo andou durante duas ou três semanas na SIC, diariamente, a insinuar que bebia do fino e que sabia, através de fontes (da PJ) que não podia nomear coisas sobre o processo de Madeleine Mccan que, indicavam que os Mccan eram culpados pela morte da filha e pelo desaparecimento do cadáver.

Todo o país é testemunha disso.

Agora vem o director-nacional da PJ afirmar que houve precipitação na constituição dos Mccan como arguidos (por aquela polícia).

Toda a gente conclui que eles não deveriam ter sido indicados como eventuais culpados (ao contrário do que, repetidamente e na TV, o Moita Flores insinuou…) e ninguém apresenta desculpas aos pais da criança?

Que gente é esta? Que televisão (a SIC) é esta? O homem vai continuar a aparecer a comentar casos? Com que moral? Ou melhor, com que lata (da SIC e dele) ?

Durante duas ou mais semanas o Moita apareceu quase todos os dias por volta das onze/onze e meia da manhã no programa da Fátima (na SIC), a dar palpites que, ainda por cima agora, se verifica serem errados, porcos e insultuosos para o casal Mccan.

Naturalmente que para poder estar no ar àquela hora teria de chegar bem cedo aos estúdios, para ler o que havia, fazer os contactos, ir à maquilhagem, etc. Como vinha, diariamente de Santarém, onde é presidente da Câmara, teria de sair de lá antes das nove da manhã.

Pergunta-se: e as obrigações (enquanto Presidente da Câmara) dele? Então o homem ganha (e bem) e passa todas aquelas manhãs fora do serviço onde é pago para estar?

E ninguém lhe pede contas? Nem sequer os eleitores dele? Nem o partido que o indicou? Nem a oposição lá na câmara?

Outra pergunta: a SIC ainda lhe paga as bacoradas (pelo visto) que ele lá vai debitar? Nem a SIC lhe pede contas? Que porra de país é este? Quem fiscaliza (ou deve fiscalizar) o cumprimento de regras (horários, presenças, etc.) dos presidentes de Câmara? Não é quem lhes paga (e bem), o Estado? Então quem é? Eles podem fazer o que lhes dá na gana? Quem nos protege desta corja? Com gente desta (autarcas, eleitores, oposição e Estado), a mandar no país, quem nos poderá acudir?


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publicado por Rui Jam às 20:08
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